Ontem eu percebi o quanto eu tava com saudade de assistir um filme francesão caretão daqueles que é um casal conversando o tempo todo , saudades do cinemão mesmo, confesso. Vendo "A Fronteira da Alvorada" eu fiquei feliz em perceber que esse tipo de filme, em doses homeopáticas, ainda funciona, ainda mais nas mnaos de um diretor tão competente como Philippe Garrel, que além de tudo, ainda dirige seu filme Louis e perde um bom tempo com o moleque, deixando -o com cara de superstar e fazendo com que ele mostre que é um puta ator mesmo. Amor, relacionamento, sexo, mais amor, piração, doideiras, ruas francesas, elenco lindo, fotografia primorosa, direção de primeira=filmaço!
Isso tudo pra compensar o desastre que foi ver "Morenita", um filme mexicano mal dirigido, com um roteiro fraco, apesar da história ser até interessante. Uma dessas apostas que eu faço todo ano e que erro na mosca. Recomendo que não vejam (feio, eu sei)!
I am a dj, I am what I play.




o "sonata de tóquio) é que me decepcionou. tudo bem que eu super criei uma expectativa (que eu tirei não sei daonde...). a primeira parte (aquela coisa vida-em-família-no-japão) ok, era o que eu esperava, adoro esse tipo de narrativa, mas depois dá uma surtada que eu achei meio exagerada.
outro que eu adorei e vi que vai passar aí é "a floresta dos lamentos". acho que vc vai gostar, pareto. o engraçado é que o que eu achei "surto/exagero" no "sonata..." é o que um amigo meu achou de "a floresta...". vai saber, achei bem bonito. SUPER me identifiquei com o velhinho ali... :P