Triangulações e palpites óbvios para 2009:
Produtores de dubstep aportando no Brasil. Se o gênero não virar farinha no ano que vem, espere assistir a alguns lives por aqui (contando com a cópia tradicionalmente atrasada de nossas curadorias em relação ao que acontece na Europa e nos Estados Unidos).
Festivais de grandes marcas terão que rebolar. Com núcleos surgindo e outros ganhando força (Just a Fest e SP Noise), ficará difícil engolir escalações e formatos esquizofrênicos como alguns dos que já passaram por estas bandas. Para alguns desses, 2009 é o ano em que vai ou racha.
Raves de psytrance diminuem (em duração) e pequenos núcleos desaparecem. Como o trance psicodélico não se renova (nem os mais fritos aguentam mais um show do Infected Mushroom), o electro, techno e house ganham ainda mais espaço nessas festas.
O DFA de James Murphy fica cada vez mais cult, lançando e apoiando artistas excêntricos que misturam disco music com qualquer outra sonoridade.
O álbum de estréia do Fever Ray, projeto de Karin Dreijer, será um dos melhores do ano.
O álbum de estréia de Kid Sister, Dream Date, terá perdido o timing.
O álbum do Prodigy será uma droga, mas os fãs (eu incluso) vão escutá-lo muitas vezes.
Cadê o novo álbum do Gui Boratto? E o Weather Underground, do Massive Attack?
2009 promete. Mais algum palpite?
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O surgimento de outro estilo oriundo do Techno e/ou outras vertentes da ME... O novo Maximal. Só que bem menos cafona e menos chato!
Mais que óbvio o palpite. Boto fé!